O que esperar do crédito imobiliário em um ano que promete ser um marco para o mercado imobiliário brasileiro. Depois de um período de juros elevados e maior seletividade por parte dos bancos, os indicadores apontam para um ambiente de crédito mais favorável. É possível observar um cenário com potencial para impulsionar o financiamento habitacional e destravar negócios que estavam represados.
Cenário macroeconômico mais favorável
Especialistas do setor projetam uma redução gradual da taxa básica de juros (Selic) ao longo de 2026. Essa redução deve ser algo entre 2 e 3 pontos percentuais em relação aos patamares de anos anteriores. Dessa forma, essa atenuação tende a abaratar o custo efetivo do crédito imobiliário, ampliando o acesso ao financiamento.
Além disso, a expectativa de fortalecimento dos programas habitacionais, especialmente programas voltados à base da pirâmide, deve manter alta a liquidez em segmentos populares. Hoje, por exemplo, o programa Minha Casa Minha Vida representa cerca de 65% da produção imobiliária em São Paulo, um indicador da importância do crédito nas faixas mais baixas de renda.
Linhas de crédito mais amplas também prometem dinamizar o setor
Outro componente desse novo ciclo é o reforço estrutural do funding imobiliário. O orçamento do FGTS para habitação foi ampliado, e mecanismos como o novo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) aumentam o montante disponível para financiamento. Assim, essas mudanças devem injetar recursos adicionais ao mercado e facilitar o financiamento de imóveis.
Essa expansão de crédito tende a reduzir gargalos no processo de concessão, especialmente para a classe média, que historicamente é mais sensível ao custo do dinheiro e às exigências bancárias.
Desafios que ainda persistem
Mesmo com esse cenário mais positivo, o setor não está isento de desafios, a conjuntura política e econômica ainda pode gerar cautela em investidores e compradores. Além disso, segmentos de média e alta renda ainda enfrentam pressões macroeconômicas que podem desacelerar vendas ou torná-las mais seletivas.
Onde a Docket entra e como pode ajudar
Em um contexto de maior disponibilidade de crédito e maior demanda por financiamento imobiliário, agilizar a análise, emissão e gestão de documentos torna-se essencial. Aqui estão algumas formas em que a Docket pode destravar processos no segmento imobiliário:
- Automatização de documentação: sistemas tradicionais para análise documental são lentos e manuais, o que gera atrasos na aprovação de crédito. A solução da Docket elimina tarefas repetitivas, reduzindo o tempo de processamento.
- Extração e verificação de informações em grande escala: ao utilizar inteligência artificial para extrair dados de contratos, certidões e históricos, a Docket acelera etapas que antes d/chegavam a demandar dias.
- Integração com fluxos de concessão de crédito: a plataforma pode se integrar com sistemas de análise de crédito e bancários para tornar os processos mais eficientes.
- Redução de erros e retrabalho: processos manuais têm maior propensão a falhas. A automação da Docket diminui inconsistências documentais, o que contribui para decisões de crédito mais rápidas e assertivas.
Em um mercado que tende a crescer em 2026, eficiência operacional será um diferencial competitivo. Dessa forma, empresas que conseguem aliar volume de transações com agilidade e precisão documental estarão melhor posicionadas para aproveitar as oportunidades de um ciclo de crédito mais expandido.